A hipomagnesemia hereditária engloba um grupo de perturbações heterogéneas, recessivas e dominantes, nas quais se encontra alterada a homeostase do magnésio. Aproximadamente 95% do magnésio filtrado é reabsorvido na nefrona; no entanto, existem defeitos em genes que codificam canais de cloro e de potássio, bem como em genes envolvidos no metabolismo do magnésio, que podem originar um desequilíbrio metabólico e uma perda maciça deste eletrólito. Entre as doenças genéticas que causam hipomagnesemia hereditária incluem-se a hipomagnesemia familiar com hipercalciúria, a síndrome de Bartter, a síndrome de Gitelman, a hipomagnesemia mitocondrial e outras síndromes metabólicas.
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