As perturbações de autoimunidade são principalmente consequência de defeitos nos processos de tolerância a autoantigénios. A carga genética tem sido amplamente associada às doenças autoimunes, existindo formas monogénicas e fatores de risco de origem genética. Os nossos painéis estão focados sobretudo nas causas monogénicas, mas incluem também alterações genéticas que conferem suscetibilidade para o desenvolvimento da doença. As manifestações clínicas caracterizam-se frequentemente pela presença de autoanticorpos, lesão tecidular sem causa externa aparente ou desregulação da homeostase linfocitária, mas podem apresentar um amplo espetro de sintomas que dificulta o diagnóstico.
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