A descrição histórica de Anita Harding das paraparesias distingue as formas puras e complicadas (Harding, 1983).
- As formas puras apresentam sinais piramidais isolados, tais como espasticidade, hiperreflexia, sinal de Babinski e défices motores, que podem associar-se a perturbações esfincterianas e alteração da sensibilidade profunda.
- As formas complicadas compreendem diversas entidades clínicas que combinam a paraparesia espástica com outros sinais neurológicos/não neurológicos, tais como ataxia cerebelosa, atrofia ótica, retinite pigmentosa, estreitamento do corpo caloso, neuropatia ou epilepsia, entre outros.